Após a criação do programa Minha Casa Minha Vida o número de construções no Brasil cresceu bastante e muitas foram razões: melhoria na economia, facilidades de financiamento para todas as classes sociais, estabilidade econômica e principalmente criação de imóveis direcionados para família com faixa de renda de 0 a 3 salários mínimos.
Como a construção civil é um setor que gera injeções de capital em todas as cadeias produtivas consequentemente movimenta os setores: primário, secundário e terciário. A uns dez anos atrás os resultados decorrentes desse setor eram pífios e isso desestimulou os profissionais a investirem em suas carreiras diante do marasmo na construção civil.
O cenário que estamos vivendo agora é outro. Fortaleza virou um canteiro de obras e grandes empresas nacionais estão investindo em construções residenciais, comerciais etc. No entanto, algumas empresas lamentam que a mão de obra é 40% do custo das construtoras e isso é um gargalo. De acordo com a reportagem do DN -21/07/2011 os gerentes de operações de algumas empresas revelam que tem dificuldade em contratar profissional capacitado, não apenas no nível operacional, mas também com qualificação superior.
A estratégia encontrada pelas empresas tais como Odebrect, a BSPar dentre outras foi:
1) Montar um programa de capacitação de mão de obra tais como serventes, pedreiros, carpinteiro etc. Algumas empresas preferem manter uma parceria com o Senai.
2) Contratar profissionais mais especializados de outras regiões do país.
Essa política de capacitação tem gerado bons resultados tais como retenção de pessoal, ou seja, nessas empresas a rotatividade diminuiu bastante. Se todas as empresas percebessem treinamento como investimento e não como custos operacionais não teríamos tantas insatisfações no ambiente de trabalho.
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