terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Desmatar e construir eis a questão.

         A polêmica em torno da construção nas Dunas do Cocó parece não ter fim. A discussão sobre a construção ou não no terreno está relacionado a legalidade da Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) instituída pela Lei 9.502/2009 que torna a área não edificante. A área, conforme a Procuradoria Geral do Município- PMG, é classificada como de preservação permanente segundo a aplicação do Código Florestal (Lei 4.771/65).
         Apesar de legalmente ser uma área não edificada há interesses por parte do setor imobiliário promover a urbanização dos terrenos. Assim, está previsto para a área as obras do Jardim Fortaleza e do Condomínio Central Park.
        Lados opostos - Associação Cearense dos Construtores e Loteadores do Estado do Ceará - (Acecol) e IBAMA reclamam a área com interesses antagônicos. Dado a beleza natural da zona a Associação luta pelo direito de transformar o espaço em zona urbana edificada, ou seja, pelo licenciamento e autorização para construção. Por outro lado entidades públicas e políticos comprometidos com a preservação do meio ambiente luta para manter as características naturais do espaço.
      A questão é que os construtores se baseiam no fato de que existe já muitos condomínios no local e porque só agora não autorizar mais essas obras. Defendem o direito de Isonomia.
      A área - Arie -localizada entre a av: Padre Antonio Tomás e Sebastião de Abreu tem 15 hectares é tem grande relevância ambiental. Para especialista em meio ambiente- João Saraiva, é uma área parabólica que possui um espelho d'agua e abriga uma fauna com características próprias". E o mais importante é que a zona é um local "aquífero" ou seja, absorve a água da chuva e regula o microclima da região.
    O imbróglio parace não ter fim. E você o que sabe a respeito?

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Tijolos ecológicos

       Os tijolos ecológicos, conforme pode ser visto na foto abaixo, já é uma realidade no mercado. Frente as pressões ambientais na redução de obras com menor impacto no meio ambiente bem como técnicas que simultaneamente minimizem os custos e sejam práticas, os engenheiros ambientais estão cada vez mais empenhados em criar produtos ecologicamente corretos.
     A forma de assentar tijolos mudaram devido ao novo formato que economiza tempo e dinheiro e ainda facilita fiação e encanamentos.
    Para esse tipo de tijolo é usado o princípio de encaixe e atualmente está direcionado para o mercado de moradias de baixo custo apesar do preço do tijolo ser mais caro que o tradicional.
   O processo de fabricação do tijolo convencional exige a queima de madeira e obviamente isso representa a liberação de CO2 na atmosfera. O tijolo ecológico tem suas vantagens exige menos água na sua fabricação, menos cimento, facilita o nivelamento das paredes, melhoram as propriedades acústicas e não é necessário o "reboco"das paredes.
   Além desse modelo da foto são fabricados cinco tipos diferentes. Os criadores do produto estão estudando a possibilidade de aprimorar o produto e direcionar para outras classes econômicas.

  Foto retirada do site morardoseujeito.terra.com.br
  
 
Enrico Rio Tijolos Ecológicos

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Modelo de compra compartilhada de imóvel de luxo avança no mercado brasileiro

      A compra compartilhada, a nova modalidade de transações no mercado imobiliário, está chegando ao  Ceará.  É um novo tipo de mercado que irá incrementar sobretudo o setor imobiliário e o de turismo e funciona da seguinte forma:

    Um grupo de clientes se une para adquirir um imóvel e passa a dividir o alojamento ao longo do tempo. Em geral o público maior dessa modalidade de compra é aquele formado por quem quer uma segunda moradia para usufruir em uma determinada temporada. É formado pelo segmento econômico das classes A e B, aquelas que já dispõem de residências fixas.

    Esse tipo de comercialização de imóveis já é uma realidade em muitos destinos, sobretudo aqueles que são considerados de grande potencial turístico. Esse modelo, segundo notícia publicada no jornal Estado de São Paulo, está sendo percebido com menos desconfiança pelos brasileiros, pois o setor imobiliário está dando novas nuances.

   Difere do sistema Tempo compartilhado- Time Share - em que cada cotista tem o direito da usar o imóvel por tempo determinado, mas nao detém a propriedade. A novidade da compra compartilhada é que o cporador se torna uma espécie de acionista do imóvel e pode até passar a fatia daquele bem para os herdeiros.

  Essa modalidade é também chamada de empreendimentos do tipo fracional ou fracionado. E o mais interessante é que quando o imóvel está cadastrado em uma empresa de maior porte o cliente pode trocar as semanas do imóvel em outros destinos do mundo.

  De acordo com a reportagem publicada no Diario do Nordeste - página negócios há uma diferença enorme entre o mercado de compra tradicional de imóveis para o compartilhada sobretudo no quesito valor. Os valores da venda compartilhada chega a um quarto do valor do imóvel todo.

   A idéia ou o princípio da compra compartilhada foi lança no mercado cearense e já está provocando muito interesse por parte das incorporadoras. A empresa que lançou esse novo formato foi a Vivo vacation e segundo depoimentos de seus representantes os destinos mais visados para implementar esse tipo de comercializaçao são: Cumbuco (Caucaia), Praia de Iracema, Porto das Dunas, Aquiraz e Guaramiranga.

     Esse mercado irá criar mais oportunidades para os corretores e é um segmento de negócios cada vez mais visado pelo público de lazer. Ainda de acordo com a reportagem do Estado de São Paulo, "estima-se que as vendas de propriedade compartilhadas subam mais de 50% em comparação ao ano anterior".

Centro vocacional Tecnológico


Centro Vocacional Tecnológico do Ceará.

       De acordo com o Sinduscon- Sindicato da Construção Civil um dos problemas mais recorrentes nos canteiros de obras é a carência de mão de obra qualificada.  A falta de qualificação é um agente causador de baixa produtividade, excesso de inspeção e acompanhamento contínuo dos trabalhos para evitar o retrabalho dentre outros.
     Ao que parece o problema da falta de mão de obra qualificada no setor da construção civil já está com os dias contados. O Governo do estado cedeu um terreno de 2080 m quadrados para construção do Centro Vocacional Tecnológico. O local que abrigará o centro fica nas proximidades das avenidas Washington Soares e Oliveira Paiva.
    O centro formará eletricistas, bombeiros, pedreiros, carpinteiros dentre outras categorias necessárias no setor. De acordo com os empresários da construção civil essa iniciativa é pioneira no país. Para dar suporte ao aquecimento do mercado imobiliário e o de turismo serão necessários mais 40 mil trabalhadores. 
    O projeto arquitetônico do CVT tem dois pavimentos, cinco laboratórios, seis salas de aula, auditório e a intenção do centro é formar 2.000 profissionais por ano. O equipamento foi orçado em R$ 3,5 milhões e os recursos são provenientes tanto do governo do Estado como federal. 

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Aldeota mantém a liderança em vendas no setor imobiliário

     A cidade de Fortaleza segundo o IPECE- Instituto de Pesquisa e Estatística Econômica possui 313, 1  km2 de área e está dividida em 116 bairros. Originalmente os bairros mais cobiçados pela população sobretudo com alto poder aquisitivo eram Jacarecanga e Benfica.
    O interesse da população tanto na perspectiva residencial como comercial por esses bairros têm diminuído de forma evolutiva ao longo do tempo. Dentre os bairros, a Aldeota têm mantido preferência do público e isso pode ser comprovado com as pesquisas do setor imobiliário.
     O Sinduscon- Ce revela que a Aldeota gerou no primeiro semestre de 2011 R$ 228 milhões em vendas de imóveis. O valor do métro quadrado na região no mesmo semestre foi em média R$ 5.649,81.
   Sabe-se que existe uma infinidade de razões para que uma área desperte o interesse tanto do segmento residencial como comercial. Dentre as razões citam-se a estrutura e a facilidades existentes na área.
  No ranking das vendas de imóveis o segundo lugar mais procurado e negociado na região metropolitana foi o Porto das Dunas. Se comparado a Aldeota pode-se dizer que este não possui tanto serviços nem tantas facilidades, mas as belezas naturais têm sido razões suficientes para que o publico residencial e de investidores na área de turismo.  
   O Porto das Dunas gerou R$ 186 milhões em vendas de imóveis.
  
  

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Medidas do Plano Brasil - insençao do IPI reduz custos

     Para garantir competitividade no mercado global e amenizar o impacto da crise econômca o governo cria o Plano Maior Brasil. Uma das medidas para estimular crescimento cita-se a isençao do IPI para meteriais de construção civil. Na prática o resultado isso resulta um menor custo na obra e consequentemente esse benefício é repassado par os clientes.
   A redução do IPI contempla produtos tais como cimento, argamassa, tinta dentre outros. No total 45 itens são beneficiados. O governo é forçado a prorrogar a medida dado o setor ser um os mais importantes para o funcionamento de todas as cadeias produtivas ligadas ou nao a construçao.
   De acordo com o presidente da Sinduscon  Sindicato da industria da construçao civil qualquer medida para beneficiar é bem vinda e os empresáros do setor podem ficar mais tranquilos no que se refere a investimentos de capital. A desestabilização do mercado, as constantes crises provoca receio no setor tanto para os empresários como para os compradores.
   O presidente da Abramat - associaçao brasileira da industria de materiais de construçao revela que a prorrogaçào da inseçao do IPI tem efeitos inclusive no programa minha casa minha vida.
   O setor sugere inclusive que a insençao seja permanente e se assim for, o mercado pode comemorar o crescimento evolutivo do setor, inclusive no que se refere a mão de obra garantida.
       

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Crescimento progressivo do percentual financiado pelos bancos.

        Um estudo desenvolvido pela Abecip - Associação brasileira das entidades de crédito imobiliário e poupança revela que o percentual financiado pelos bancos do valor total de imóveis vem crescendo nos últimos anos.  Antes da crise econômica o percentual financiado girava em torno de 47%.
       Essa fatia emprestada aumentou progressivamente. Em 2010 os bancos contabilizaram em média um empréstimo de 62% do valor do imóvel. De acordo com especialistas do setor imobiliário isso se deve ao fato da elevação do preço do imóvel.
     Em épocas de crise, os bancos públicos podem até financiar 90% do valor, mas esse percentual na opinião do presidente da entidade não é um percentual saudável.
     Não há definido um percentual de financiamento, isso vai depender da renda mensal familiar que não pode ficar comprometida. Em média o critério paras financiamento é a parcela comprometer apenas 1/3 (um terço) da renda familiar.
    Além dessa informação a Abecip admite que o primeiro semestre de 2011 foi um recorde em operações imobiliárias. Recorde - "US 37 milhoes foi a cifra das operações de crédito imobiliário com recursos da poupança".
    Além dessa informação a Abecip divulga que entre janeiro e junho 236 mil unidades foram financiadas. Comparando o percentual do número de unidades financiadas de 2011 e 2010 no mesmo período houve um crescimento de 26%.
  Essas informações geram mais e mais expectativas no mercado de trabalho do setor imobiliário.
    

Projeto de lei propõe alterações no PDPFor

      O Plano Diretor Participativo de Fortaleza apesar de ter sido aprovado em 2009 tem sido alvo de muita discussão sobretudo quando se refere a zona SER II, especificamente a região em torno da beira mar.
     Um projeto de lei que tramita na Comissão Especial da Câmara Municipal propõe a adequação do Plano Diretor a Lei de Uso e Ocupação do Solo de 1996. Uma das propostas do projeto é a ausência de limites para área de loteamentos de terrenos. Uma proposta mais polêmica do projeto é a ausência de limite de 12.500 metros quadrados para empreendimentos que ocupem um quarteirão.
     Na opinião de urbanistas o projeto é um retrocesso, pois a falta de limite tem como consequência a construção de gigantescos condomínios fechados. Há divergência quanto aos resultados provocados pela alteração no PDPFor produzido pelo projeto de lei. O mercado imobiliário no segmento luxo comemora as alterações, porque abre maior espaço para construções de condomínios para a classe alta que busca morar em um lugar privilegiado.
    Embora a discussão gire em torno do projeto de lei, o que se estranha é ainda a falta de regulamentação do Plano.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Lei de zoneamento para regiões cobiçadas pelos construtores

            Em algumas cidades brasileiras que privilegiam o bem estar da sociedade e o equilíbrio do meio ambiente a construção de novos  espigões - (empreendimentos imobiliários acima de 15 pavimentos) sobretudo em áreas cobiçadas estão sendo proibidos. Para ilustrar ofereço como exemplo a cidade de São José dos Campos. A lei de zoneamento impõe restrições aos construtores.
           A legislação em vigor preocupa empresários bem como a sociedade. Se analisarmos a perspectiva ambiental podemos afirmar que esse tipo de imóvel pode não ser tão sustentável. No entanto, os empresários analisam sob outra perspectiva. De acordo com o presidente da Acovasp- Associação dos construtores do Vale do Paraíba- Cléber Córdoba "essa lei pode provocar a estagnação do setor da construção civil porque limita o número de pavimentos e essa restrição pode inviabilizar os novos empreendimentos". O empresário complementa ainda que a lei de zoneamento para algumas regiões pode resultar em aumento de desemprego, carência de empreendimentos imobiliários e o que é pior, os preços  dos imóveis existentes podem disparar.            
            Se essa lei restritiva entrasse em vigor em algumas regiões de Fortaleza talvez teríamos mais qualidade de vida principalmente porque não temos tantas praças, nem tantas áreas verdes, exceto o Parque do Coco que é considerado um dos maiores da América Latina. Estou referindo a locais amplos com árvores para que as famílias possam se encontrar e divertir.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Falta mão de obra qualificada na indústria da Construção Civil

        Após a criação do programa Minha Casa Minha Vida o número de construções no Brasil cresceu bastante e muitas foram razões: melhoria na economia, facilidades de financiamento para todas as classes sociais, estabilidade econômica e principalmente criação de imóveis direcionados para família com faixa de renda de 0 a 3 salários mínimos. 
            Como a construção civil é um setor que gera injeções de capital em todas as cadeias produtivas  consequentemente movimenta os setores: primário, secundário e terciário. A uns dez anos atrás os resultados decorrentes desse setor eram pífios e isso desestimulou os profissionais a investirem em suas carreiras diante do marasmo na construção civil. 
                O cenário que estamos vivendo agora é outro. Fortaleza virou um canteiro de obras e grandes empresas nacionais estão investindo em construções residenciais, comerciais etc. No entanto, algumas empresas lamentam que a mão de obra é 40% do custo das construtoras e isso é um gargalo. De acordo com a reportagem do DN -21/07/2011 os gerentes de operações de algumas empresas revelam que tem dificuldade em contratar profissional capacitado, não apenas no nível operacional, mas também com qualificação superior. 
            A estratégia encontrada pelas empresas tais como Odebrect, a BSPar dentre outras foi: 
1) Montar um programa de capacitação de mão de obra tais como serventes, pedreiros, carpinteiro etc. Algumas empresas preferem manter uma parceria com o Senai. 
2) Contratar profissionais mais especializados de outras regiões do país. 

    Essa política de capacitação tem gerado bons resultados tais como retenção de pessoal, ou seja, nessas empresas a rotatividade diminuiu bastante. Se todas as empresas percebessem treinamento como investimento e não como custos operacionais não teríamos tantas insatisfações no ambiente de trabalho. 

  
                 

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Você quer ser visto e lembrado no mercado de trabalho?

O mercado de trabalho em qualquer setor comporta-se de forma competitiva e quando a oferta é bem menor que a demanda, o interessado deve compor um perfil adequado para cada tipo de função que este irá desempenhar.
        Ser considerado "competente" é o sonho de consumo de qualquer pessoa. É obvio que competência teoricamente está atrelado a três condições:
1) Possuir habilidade relacional- Isso significa ser capaz de se relacionar bem com as pessoas, participar de grupos segmentados ou não e isso chamamos globalmente denetworking. Ter muitos contatos e está em constante interatividade com estes.
2) Estar disposto a aprender continuamente. Afinal o mundo virou uma aldeia global e isso impõe aos interessados a ingressar ou se manter no mercado de trabalho conhecer um conjunto de informações atuais e em tempo real.
3) Capacidade cognitiva- Inteligência e flexibilidade para o constante aprendizado.
4) Habilidades operacionais com as novas tecnologias. Ter tecnofobia as ferramentas tecnológicas não ajuda em nada, assim procure ter um comportamento receptivo e comece a aprender manusear as ferramentas cada vez menores (nanotecnologia).
5) Lembre das pessoas para que estes se lembrem de você.

Além dessas dicas segue outras mais específicas e um pouco onerosas (caras).
  1) Participe de associações de profissionais ou mesmo de lazer, mesmo que estas necessitem que você precise pagar pagamentos ou precise que você adquira equipamentos para fazer parte do grupo. Exemplos: Grupos de bike, off-road ou conselhos regionais de sua profissão.
2) Participe de eventos profissionais de sua área (palestras/ seminários. Essa é uma boa oportunidade de conhecer pessoas e estas conhecer você.

   Siga esses passos e boa sorte.

domingo, 24 de julho de 2011

Produtos ecológicos na construção civil

       O cenário atual impõe as empresas do mundo inteiro um novo comportamento diante do fabrico de qualquer produto. Produtos que impactavam negativamente o meio ambiente estão sendo substituídos por os ecologicamente corretos.
       Essa tendência é percebida em todos mercados, e o da construção civil também segue essa orientação. Um dos produtos necessários nesse mercado é a telha. Uma das matérias primas usadas no fabrico de telha e tijolo é o carvão. O processo da queima do carvão gera gás carbono e impacta o meio ambiente.
      Um estudo realizado por um empreendedor no sul do país sobre os efeitos negativos do uso do carvão fez realizar várias pesquisas para usar um produto alternativo e que fosse mais sustentável e o produto final tivesse mais qualidade.
     Após vários usos de matérias primas alternativas identificou-se que o carvão podia ser substituído pela casca de arroz e o resultado foi um sucesso. Descobriu-se que:
1) Essa substituição reduziu o custo da matéria prima em 50%
2) Melhorou a qualidade (cor) das cerâmicas
3) As cascas queimadas ainda podiam ser vendidas para agricultores usarem como produto de fertilização.
4) E o mais importante menos impacto para o meio ambiente

   Se você tem alguma experiência que resultou em sustentabilidade poste aqui seu comentário.

sábado, 23 de julho de 2011

Desmatamento x Construção civil.

                   Não se pode falar em desenvolvimento sem impacto ambiental. Esse dilema no mundo ocidental foi ficando evidenciado a partir da década de 60 no século XX.  Assim, criou-se uma modalidade de desenvolvimento que possibilitasse alavancar a economia sem promover danos a natureza. A terminologia dada a essa façanha é desenvolvimento sustentável, ou seja, continuar promovendo o desenvolvimento econômico, retirando insumos  da natureza, sobretudo aqueles não renováveis de modo que a sociedade futura pudesse ter os mesmos privilégios que a natureza oferece.
            Dentre os setores que mais promove impacto ambiental, retira insumos do meio ambiente, cita-se o da construção civil. Dos 100% de insumos, 40% ;e utilizado na construção de imóveis, seja ele sua natureza. Não se pode pensar em construir sem usar madeiras, fabricar móveis e até adornos. Cabe aos futuros profissionais encontrar alternativas inteligentes e ecológicas que consigam conjugar  verbo desenvolvimento sustentável.  Abaixo tem-se um gráfico em estilo pizza que revela o ranking dos estados que mais promoveram o desmatamento em junho de 2011. Apesar da sensibilização que a mídia promove ainda assim temos esses resultados. E você se preocupa em comprar madeiras em empresas que anunciam que adquirem madeiras de madeireiros que tem um programa de reflorestamento?


Fonte: Jornal O liveral Belém 22/07/2011.


sábado, 9 de julho de 2011

Construtoras investem no público de jovens solteiros com independência financeira

      O setor imobiliário percebeu uma nova fatia de mercado: o público jovem com independência financeira. De acordo com o IBGE 58% da população de Fortaleza é formada por solteiros e esse tem sido o o foco ou o público alvo de muitas construtoras. A independência financeira nos últimos anos tem acontecido cada vez mais com menos idade. Esse segmento de mercado para mostrar autonomia necessitam de ter sua própria moradia e assim, as construtoras tem construído empreendimentos que se adequam as peculiaridades desse público. 

      Eis abaixo um tipo de planta baixa que caracteriza um pequeno apartamento com ambientes que preenchem todas as necessidades. A característica desses imóveis é que tenha um ou dois quartos, excelente localização e serviços ou facilidades tais como segurança, fitness center, lavanderia e até serviço de governança se assim o cliente preferir. Os fatores prioritários para aquisição são facilidades próximo ao condomínio e infra-estrutura. Se antes esses tamanhos eram rejeitados por conta de serem conhecidos como pequenos, agora esse termo é substituído por "compactos".  Se você se encontra na condição de solteiro e com poder aquisitivo muitas empresas devem estar de olho em você, afinal esse é um segmento com tendência crescente no mercado.  

barretosthermaspark-planta-flat-1quarto.jpg

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Bolha imobiliária no setor?

A matéria de hoje 07 de julho de 2011 no diário do Nordeste abordava a respeito da possível bolha imobiliária no setor. Esse dedate nasceu a partir de uma noticia veiculada no twitter da presidente da ABMI (associaçao brasileira do mercado imobiliário). Virgínia Dualibi provocou seus seguidores do michoblog com a seguinte pergunta: "já existe bolha imobiliária no mercado brasileiro". Esse qustionamento causou muita discussao entre os especialistas sobretudo aqueles presidentes e dirigentes dos sindicatos e associaçoes. Segundo Roberto Ferreira presidente da Sinduscon isso é uma inverdade, o que está acontecendo no mercado brasileiro está aquecido e isso se deve as facilidades de financimento em até 80% do valor do imóvel. O presidente do Creci também rebateu essa informação, Apolo Scherer admitiu que o mercado está normal e que pode estar acontecendo é uma oferta e uma procura intensa localizada em determinado bairro e isso gera desequilíbrio no setor.
  Essa matéria no twitter causou mesmo "frisson" ou melhor agitação no mercado. E entao qual sua opinião sobre a bolha imobiliária no setor?   

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Efervescência do setor imobiliário 2011

Segundo a Secovi o setor imobiliário em 2011 está em um momento efervescente, para se ter uma idéia comparando o número de lançamentos de imóveis do ano anterior com o ano vigente, o aumento foi de 20%. O faturamento registrado em 2010 foi de R$2,5 bilhoes. Os empresários do setor estão muito otimistas e acreditam que as perspectivas sao as mais promissoras, ano a ano as receitas superam as expectativas. Ë uma pena os preços dos imóveis em algumas regiões esteja altissimo o que caracteriza o que chamamos de especulaçao imobiliário. Dentre as regiões cita-se Messejana.
Na sua opiniao por que algumas regiões aumentaram tanto o valor dos imóveis?

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Feirão de Imóveis no Cariri

Para aqueles interessados em comprar, vender imóveis e observar como sao feitas as transações imobiliárias. Juazeiro vai sediar o 4o (quarto) Feirao de Imóveis. O evento vai acontecer nos dias 4 e 5 de junho no Cariri Shopping. Estima-se que esse ano o evento movimente R$ 100 milhoes em negócios. Os fornecedores irão oferecer mais de 1.000 imóveis com valores variando entre R$ 60 mil a R$ 917 mil. No que se refere as linhas de crédito a Caixa Econômica vai estar presente em um stand oferecendo linha de financiamento para todas as faixas de renda familiar. O prazo para pagamento pode ser até 30 anos, mas quanto aos juros, considero que não estao tao favoráveis, pois variam entre 4,5% a 13,5%, mais TR. Apesar dessa condiçao, o financiamento pode ser até 100% do valor do imóvel. Ano passado foram oferecidos 850 imóveis e a receita arrecadada foi R$ 90 milhoes. E entao você ainda tem dúvida se esse mercado é promissor? Quer mais comprovaçoes de que o mercado imobiliário está crescendo?

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Aumento da arrecadaçao municipal

A prefeitura de Fortaleza - Sefin através de um sistema de georreferenciamento está desenvolvendo uma pesquisa para identificar distorçoes na cobrança do IPTU. Para tal o órgão municipal quer descobrir as mudanças que agregaram valor aos imóveis. Por exemplo: se você contruiu uma piscina, se seu imóvel funcionava como moradia e agora é um espaço para comércio e dentre outras melhorias, tudo isso mudou o perfil de seu imóvel e ele precisa ser recadastrado. E isso pode significar aumento do IPTU. Caso identificado a alteraçao do perfil do imóvel, a prefeitura atualiza o cadastro e vai cobrar retroativamente o imposto (IPTU). Sabe-se que a arrecadaçao municipal oriunda do IPTU é de R$ 116,92 milhões aqui se lança uma pergunta? Com tanta receita porque Fortaleza está um caos?

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Verticalização da cidade e os custos da moradia

        O processo de verticalização da cidade de Fortaleza já é um fato tomando por exemplo os enormes prédios não só no bairro da Aldeota. A grande migração de famílias oriundas do interior do Ceará e do Sul do país e a preferência pelos bairros próximos a zonas costeiras modificou o cenário anteriormente horizontalizado. A grande procura por essas zonas gerou consequentemente uma elevação no preços dos imóveis.
        A vantagem de se morar nas zonas costeiras é a proximidade com o mar e a grande oferta de serviços, mas aqui se levanta uma questão. Os preços praticados no mercado de imóveis atualmente será que estão condizentes com a realidade ou esse aquecimento é em virtude de acontecimentos tais como a copa do mundo.?

 

Praxis Empresarial

Prezados

Convido a todos a participarem do evento "Praxis Empresarial" que acontecerá na Unifor nos dias 16 no período noturno e dia 17 pela manha e noite. Teremos uma palestra e depois um debate sobre ações exitosas de empresarios cearenses.
Nao perca