terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Desmatar e construir eis a questão.

         A polêmica em torno da construção nas Dunas do Cocó parece não ter fim. A discussão sobre a construção ou não no terreno está relacionado a legalidade da Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) instituída pela Lei 9.502/2009 que torna a área não edificante. A área, conforme a Procuradoria Geral do Município- PMG, é classificada como de preservação permanente segundo a aplicação do Código Florestal (Lei 4.771/65).
         Apesar de legalmente ser uma área não edificada há interesses por parte do setor imobiliário promover a urbanização dos terrenos. Assim, está previsto para a área as obras do Jardim Fortaleza e do Condomínio Central Park.
        Lados opostos - Associação Cearense dos Construtores e Loteadores do Estado do Ceará - (Acecol) e IBAMA reclamam a área com interesses antagônicos. Dado a beleza natural da zona a Associação luta pelo direito de transformar o espaço em zona urbana edificada, ou seja, pelo licenciamento e autorização para construção. Por outro lado entidades públicas e políticos comprometidos com a preservação do meio ambiente luta para manter as características naturais do espaço.
      A questão é que os construtores se baseiam no fato de que existe já muitos condomínios no local e porque só agora não autorizar mais essas obras. Defendem o direito de Isonomia.
      A área - Arie -localizada entre a av: Padre Antonio Tomás e Sebastião de Abreu tem 15 hectares é tem grande relevância ambiental. Para especialista em meio ambiente- João Saraiva, é uma área parabólica que possui um espelho d'agua e abriga uma fauna com características próprias". E o mais importante é que a zona é um local "aquífero" ou seja, absorve a água da chuva e regula o microclima da região.
    O imbróglio parace não ter fim. E você o que sabe a respeito?

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Tijolos ecológicos

       Os tijolos ecológicos, conforme pode ser visto na foto abaixo, já é uma realidade no mercado. Frente as pressões ambientais na redução de obras com menor impacto no meio ambiente bem como técnicas que simultaneamente minimizem os custos e sejam práticas, os engenheiros ambientais estão cada vez mais empenhados em criar produtos ecologicamente corretos.
     A forma de assentar tijolos mudaram devido ao novo formato que economiza tempo e dinheiro e ainda facilita fiação e encanamentos.
    Para esse tipo de tijolo é usado o princípio de encaixe e atualmente está direcionado para o mercado de moradias de baixo custo apesar do preço do tijolo ser mais caro que o tradicional.
   O processo de fabricação do tijolo convencional exige a queima de madeira e obviamente isso representa a liberação de CO2 na atmosfera. O tijolo ecológico tem suas vantagens exige menos água na sua fabricação, menos cimento, facilita o nivelamento das paredes, melhoram as propriedades acústicas e não é necessário o "reboco"das paredes.
   Além desse modelo da foto são fabricados cinco tipos diferentes. Os criadores do produto estão estudando a possibilidade de aprimorar o produto e direcionar para outras classes econômicas.

  Foto retirada do site morardoseujeito.terra.com.br
  
 
Enrico Rio Tijolos Ecológicos

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Modelo de compra compartilhada de imóvel de luxo avança no mercado brasileiro

      A compra compartilhada, a nova modalidade de transações no mercado imobiliário, está chegando ao  Ceará.  É um novo tipo de mercado que irá incrementar sobretudo o setor imobiliário e o de turismo e funciona da seguinte forma:

    Um grupo de clientes se une para adquirir um imóvel e passa a dividir o alojamento ao longo do tempo. Em geral o público maior dessa modalidade de compra é aquele formado por quem quer uma segunda moradia para usufruir em uma determinada temporada. É formado pelo segmento econômico das classes A e B, aquelas que já dispõem de residências fixas.

    Esse tipo de comercialização de imóveis já é uma realidade em muitos destinos, sobretudo aqueles que são considerados de grande potencial turístico. Esse modelo, segundo notícia publicada no jornal Estado de São Paulo, está sendo percebido com menos desconfiança pelos brasileiros, pois o setor imobiliário está dando novas nuances.

   Difere do sistema Tempo compartilhado- Time Share - em que cada cotista tem o direito da usar o imóvel por tempo determinado, mas nao detém a propriedade. A novidade da compra compartilhada é que o cporador se torna uma espécie de acionista do imóvel e pode até passar a fatia daquele bem para os herdeiros.

  Essa modalidade é também chamada de empreendimentos do tipo fracional ou fracionado. E o mais interessante é que quando o imóvel está cadastrado em uma empresa de maior porte o cliente pode trocar as semanas do imóvel em outros destinos do mundo.

  De acordo com a reportagem publicada no Diario do Nordeste - página negócios há uma diferença enorme entre o mercado de compra tradicional de imóveis para o compartilhada sobretudo no quesito valor. Os valores da venda compartilhada chega a um quarto do valor do imóvel todo.

   A idéia ou o princípio da compra compartilhada foi lança no mercado cearense e já está provocando muito interesse por parte das incorporadoras. A empresa que lançou esse novo formato foi a Vivo vacation e segundo depoimentos de seus representantes os destinos mais visados para implementar esse tipo de comercializaçao são: Cumbuco (Caucaia), Praia de Iracema, Porto das Dunas, Aquiraz e Guaramiranga.

     Esse mercado irá criar mais oportunidades para os corretores e é um segmento de negócios cada vez mais visado pelo público de lazer. Ainda de acordo com a reportagem do Estado de São Paulo, "estima-se que as vendas de propriedade compartilhadas subam mais de 50% em comparação ao ano anterior".

Centro vocacional Tecnológico


Centro Vocacional Tecnológico do Ceará.

       De acordo com o Sinduscon- Sindicato da Construção Civil um dos problemas mais recorrentes nos canteiros de obras é a carência de mão de obra qualificada.  A falta de qualificação é um agente causador de baixa produtividade, excesso de inspeção e acompanhamento contínuo dos trabalhos para evitar o retrabalho dentre outros.
     Ao que parece o problema da falta de mão de obra qualificada no setor da construção civil já está com os dias contados. O Governo do estado cedeu um terreno de 2080 m quadrados para construção do Centro Vocacional Tecnológico. O local que abrigará o centro fica nas proximidades das avenidas Washington Soares e Oliveira Paiva.
    O centro formará eletricistas, bombeiros, pedreiros, carpinteiros dentre outras categorias necessárias no setor. De acordo com os empresários da construção civil essa iniciativa é pioneira no país. Para dar suporte ao aquecimento do mercado imobiliário e o de turismo serão necessários mais 40 mil trabalhadores. 
    O projeto arquitetônico do CVT tem dois pavimentos, cinco laboratórios, seis salas de aula, auditório e a intenção do centro é formar 2.000 profissionais por ano. O equipamento foi orçado em R$ 3,5 milhões e os recursos são provenientes tanto do governo do Estado como federal. 

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Aldeota mantém a liderança em vendas no setor imobiliário

     A cidade de Fortaleza segundo o IPECE- Instituto de Pesquisa e Estatística Econômica possui 313, 1  km2 de área e está dividida em 116 bairros. Originalmente os bairros mais cobiçados pela população sobretudo com alto poder aquisitivo eram Jacarecanga e Benfica.
    O interesse da população tanto na perspectiva residencial como comercial por esses bairros têm diminuído de forma evolutiva ao longo do tempo. Dentre os bairros, a Aldeota têm mantido preferência do público e isso pode ser comprovado com as pesquisas do setor imobiliário.
     O Sinduscon- Ce revela que a Aldeota gerou no primeiro semestre de 2011 R$ 228 milhões em vendas de imóveis. O valor do métro quadrado na região no mesmo semestre foi em média R$ 5.649,81.
   Sabe-se que existe uma infinidade de razões para que uma área desperte o interesse tanto do segmento residencial como comercial. Dentre as razões citam-se a estrutura e a facilidades existentes na área.
  No ranking das vendas de imóveis o segundo lugar mais procurado e negociado na região metropolitana foi o Porto das Dunas. Se comparado a Aldeota pode-se dizer que este não possui tanto serviços nem tantas facilidades, mas as belezas naturais têm sido razões suficientes para que o publico residencial e de investidores na área de turismo.  
   O Porto das Dunas gerou R$ 186 milhões em vendas de imóveis.
  
  

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Medidas do Plano Brasil - insençao do IPI reduz custos

     Para garantir competitividade no mercado global e amenizar o impacto da crise econômca o governo cria o Plano Maior Brasil. Uma das medidas para estimular crescimento cita-se a isençao do IPI para meteriais de construção civil. Na prática o resultado isso resulta um menor custo na obra e consequentemente esse benefício é repassado par os clientes.
   A redução do IPI contempla produtos tais como cimento, argamassa, tinta dentre outros. No total 45 itens são beneficiados. O governo é forçado a prorrogar a medida dado o setor ser um os mais importantes para o funcionamento de todas as cadeias produtivas ligadas ou nao a construçao.
   De acordo com o presidente da Sinduscon  Sindicato da industria da construçao civil qualquer medida para beneficiar é bem vinda e os empresáros do setor podem ficar mais tranquilos no que se refere a investimentos de capital. A desestabilização do mercado, as constantes crises provoca receio no setor tanto para os empresários como para os compradores.
   O presidente da Abramat - associaçao brasileira da industria de materiais de construçao revela que a prorrogaçào da inseçao do IPI tem efeitos inclusive no programa minha casa minha vida.
   O setor sugere inclusive que a insençao seja permanente e se assim for, o mercado pode comemorar o crescimento evolutivo do setor, inclusive no que se refere a mão de obra garantida.
       

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Crescimento progressivo do percentual financiado pelos bancos.

        Um estudo desenvolvido pela Abecip - Associação brasileira das entidades de crédito imobiliário e poupança revela que o percentual financiado pelos bancos do valor total de imóveis vem crescendo nos últimos anos.  Antes da crise econômica o percentual financiado girava em torno de 47%.
       Essa fatia emprestada aumentou progressivamente. Em 2010 os bancos contabilizaram em média um empréstimo de 62% do valor do imóvel. De acordo com especialistas do setor imobiliário isso se deve ao fato da elevação do preço do imóvel.
     Em épocas de crise, os bancos públicos podem até financiar 90% do valor, mas esse percentual na opinião do presidente da entidade não é um percentual saudável.
     Não há definido um percentual de financiamento, isso vai depender da renda mensal familiar que não pode ficar comprometida. Em média o critério paras financiamento é a parcela comprometer apenas 1/3 (um terço) da renda familiar.
    Além dessa informação a Abecip admite que o primeiro semestre de 2011 foi um recorde em operações imobiliárias. Recorde - "US 37 milhoes foi a cifra das operações de crédito imobiliário com recursos da poupança".
    Além dessa informação a Abecip divulga que entre janeiro e junho 236 mil unidades foram financiadas. Comparando o percentual do número de unidades financiadas de 2011 e 2010 no mesmo período houve um crescimento de 26%.
  Essas informações geram mais e mais expectativas no mercado de trabalho do setor imobiliário.