A cidade de Fortaleza segundo o IPECE- Instituto de Pesquisa e Estatística Econômica possui 313, 1 km2 de área e está dividida em 116 bairros. Originalmente os bairros mais cobiçados pela população sobretudo com alto poder aquisitivo eram Jacarecanga e Benfica.
O interesse da população tanto na perspectiva residencial como comercial por esses bairros têm diminuído de forma evolutiva ao longo do tempo. Dentre os bairros, a Aldeota têm mantido preferência do público e isso pode ser comprovado com as pesquisas do setor imobiliário.
O Sinduscon- Ce revela que a Aldeota gerou no primeiro semestre de 2011 R$ 228 milhões em vendas de imóveis. O valor do métro quadrado na região no mesmo semestre foi em média R$ 5.649,81.
Sabe-se que existe uma infinidade de razões para que uma área desperte o interesse tanto do segmento residencial como comercial. Dentre as razões citam-se a estrutura e a facilidades existentes na área.
No ranking das vendas de imóveis o segundo lugar mais procurado e negociado na região metropolitana foi o Porto das Dunas. Se comparado a Aldeota pode-se dizer que este não possui tanto serviços nem tantas facilidades, mas as belezas naturais têm sido razões suficientes para que o publico residencial e de investidores na área de turismo.
O Porto das Dunas gerou R$ 186 milhões em vendas de imóveis.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Medidas do Plano Brasil - insençao do IPI reduz custos
Para garantir competitividade no mercado global e amenizar o impacto da crise econômca o governo cria o Plano Maior Brasil. Uma das medidas para estimular crescimento cita-se a isençao do IPI para meteriais de construção civil. Na prática o resultado isso resulta um menor custo na obra e consequentemente esse benefício é repassado par os clientes.
A redução do IPI contempla produtos tais como cimento, argamassa, tinta dentre outros. No total 45 itens são beneficiados. O governo é forçado a prorrogar a medida dado o setor ser um os mais importantes para o funcionamento de todas as cadeias produtivas ligadas ou nao a construçao.
De acordo com o presidente da Sinduscon Sindicato da industria da construçao civil qualquer medida para beneficiar é bem vinda e os empresáros do setor podem ficar mais tranquilos no que se refere a investimentos de capital. A desestabilização do mercado, as constantes crises provoca receio no setor tanto para os empresários como para os compradores.
O presidente da Abramat - associaçao brasileira da industria de materiais de construçao revela que a prorrogaçào da inseçao do IPI tem efeitos inclusive no programa minha casa minha vida.
O setor sugere inclusive que a insençao seja permanente e se assim for, o mercado pode comemorar o crescimento evolutivo do setor, inclusive no que se refere a mão de obra garantida.
A redução do IPI contempla produtos tais como cimento, argamassa, tinta dentre outros. No total 45 itens são beneficiados. O governo é forçado a prorrogar a medida dado o setor ser um os mais importantes para o funcionamento de todas as cadeias produtivas ligadas ou nao a construçao.
De acordo com o presidente da Sinduscon Sindicato da industria da construçao civil qualquer medida para beneficiar é bem vinda e os empresáros do setor podem ficar mais tranquilos no que se refere a investimentos de capital. A desestabilização do mercado, as constantes crises provoca receio no setor tanto para os empresários como para os compradores.
O presidente da Abramat - associaçao brasileira da industria de materiais de construçao revela que a prorrogaçào da inseçao do IPI tem efeitos inclusive no programa minha casa minha vida.
O setor sugere inclusive que a insençao seja permanente e se assim for, o mercado pode comemorar o crescimento evolutivo do setor, inclusive no que se refere a mão de obra garantida.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Crescimento progressivo do percentual financiado pelos bancos.
Um estudo desenvolvido pela Abecip - Associação brasileira das entidades de crédito imobiliário e poupança revela que o percentual financiado pelos bancos do valor total de imóveis vem crescendo nos últimos anos. Antes da crise econômica o percentual financiado girava em torno de 47%.
Essa fatia emprestada aumentou progressivamente. Em 2010 os bancos contabilizaram em média um empréstimo de 62% do valor do imóvel. De acordo com especialistas do setor imobiliário isso se deve ao fato da elevação do preço do imóvel.
Em épocas de crise, os bancos públicos podem até financiar 90% do valor, mas esse percentual na opinião do presidente da entidade não é um percentual saudável.
Não há definido um percentual de financiamento, isso vai depender da renda mensal familiar que não pode ficar comprometida. Em média o critério paras financiamento é a parcela comprometer apenas 1/3 (um terço) da renda familiar.
Além dessa informação a Abecip admite que o primeiro semestre de 2011 foi um recorde em operações imobiliárias. Recorde - "US 37 milhoes foi a cifra das operações de crédito imobiliário com recursos da poupança".
Além dessa informação a Abecip divulga que entre janeiro e junho 236 mil unidades foram financiadas. Comparando o percentual do número de unidades financiadas de 2011 e 2010 no mesmo período houve um crescimento de 26%.
Essas informações geram mais e mais expectativas no mercado de trabalho do setor imobiliário.
Essa fatia emprestada aumentou progressivamente. Em 2010 os bancos contabilizaram em média um empréstimo de 62% do valor do imóvel. De acordo com especialistas do setor imobiliário isso se deve ao fato da elevação do preço do imóvel.
Em épocas de crise, os bancos públicos podem até financiar 90% do valor, mas esse percentual na opinião do presidente da entidade não é um percentual saudável.
Não há definido um percentual de financiamento, isso vai depender da renda mensal familiar que não pode ficar comprometida. Em média o critério paras financiamento é a parcela comprometer apenas 1/3 (um terço) da renda familiar.
Além dessa informação a Abecip admite que o primeiro semestre de 2011 foi um recorde em operações imobiliárias. Recorde - "US 37 milhoes foi a cifra das operações de crédito imobiliário com recursos da poupança".
Além dessa informação a Abecip divulga que entre janeiro e junho 236 mil unidades foram financiadas. Comparando o percentual do número de unidades financiadas de 2011 e 2010 no mesmo período houve um crescimento de 26%.
Essas informações geram mais e mais expectativas no mercado de trabalho do setor imobiliário.
Projeto de lei propõe alterações no PDPFor
O Plano Diretor Participativo de Fortaleza apesar de ter sido aprovado em 2009 tem sido alvo de muita discussão sobretudo quando se refere a zona SER II, especificamente a região em torno da beira mar.
Um projeto de lei que tramita na Comissão Especial da Câmara Municipal propõe a adequação do Plano Diretor a Lei de Uso e Ocupação do Solo de 1996. Uma das propostas do projeto é a ausência de limites para área de loteamentos de terrenos. Uma proposta mais polêmica do projeto é a ausência de limite de 12.500 metros quadrados para empreendimentos que ocupem um quarteirão.
Na opinião de urbanistas o projeto é um retrocesso, pois a falta de limite tem como consequência a construção de gigantescos condomínios fechados. Há divergência quanto aos resultados provocados pela alteração no PDPFor produzido pelo projeto de lei. O mercado imobiliário no segmento luxo comemora as alterações, porque abre maior espaço para construções de condomínios para a classe alta que busca morar em um lugar privilegiado.
Embora a discussão gire em torno do projeto de lei, o que se estranha é ainda a falta de regulamentação do Plano.
Um projeto de lei que tramita na Comissão Especial da Câmara Municipal propõe a adequação do Plano Diretor a Lei de Uso e Ocupação do Solo de 1996. Uma das propostas do projeto é a ausência de limites para área de loteamentos de terrenos. Uma proposta mais polêmica do projeto é a ausência de limite de 12.500 metros quadrados para empreendimentos que ocupem um quarteirão.
Na opinião de urbanistas o projeto é um retrocesso, pois a falta de limite tem como consequência a construção de gigantescos condomínios fechados. Há divergência quanto aos resultados provocados pela alteração no PDPFor produzido pelo projeto de lei. O mercado imobiliário no segmento luxo comemora as alterações, porque abre maior espaço para construções de condomínios para a classe alta que busca morar em um lugar privilegiado.
Embora a discussão gire em torno do projeto de lei, o que se estranha é ainda a falta de regulamentação do Plano.
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